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Dedicatória do Grande Fotógrafo Claudio Edinger!

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Claudio Edinger para mim
mostrar detalhes 5 out (8 dias atrás)
Daniella Rosário
 
“Fotografo para ver como as coisas ficam numa fotografia” disse uma vez simples mas brilhantemente o fotógrafo americano Garry Winogrand. Quando morreu Garry deixou mais de 2.500 rolos de filme sem revelar. Mais tarde estes negativos foram revelados e se transformaram em exposição curada pelo diretor do Museum of Modern Art (MOMA) em Nova York.
 
Garry, como Daniella, adorava as ruas. A vida pública, misteriosa, revela parte dos segredos intérminaveis de quem somos. A coreografia dos transeuntes, encenados diante das grandes cidades, é hipnotizante. “Fotografo,” disse também este grande gênio fotógrafo, “para me manter são”.  O tempo, passando em frações de segundos
pelo espaço, deixa qualquer um maluco. As pessoas mais sensíveis, as que de fato enxergam, conseguem aliviar um pouco desta angústia aprisionando imagens.
 
A Daniella é uma caçadora de imagens lindas. A ordem que distila do caos, alivia nossa curiosidade, revela mistérios que solucionam outros mistérios, como as bonecas russas, uma saindo de dentro da outra, numa dança sem fim. A resposta é que não existem respostas e fotografias são respostas à perguntas que não foram feitas. Satisfazem desejos vitais que todos temos por ordem, geometria, surpresas, adoramos surpresas e fotografias, quando prestam, inventam surpresas.
 
As fotos de Daniella são vitais porque fica na cara que pra ela são vitais. Ela fotografa porque precisa, precisa organizar o caos e compartir esta organização conosco, pra nossa sorte. Vemos as imagens e ela revê através dos nossos olhos, através da nossa necessidade de fazer sentido deste grande teatro e é desta troca que se alimenta e que nos alimentamos. Grandes artistas criam porque se não o fizessem morreriam. É palpável essa urgência no trabalho de Daniella, urgência que todos deveríamos ter mas que os artistas têm e é isso que faz seus trabalhos tão orgânicos e imprescindíveis.

                                                      Claudio Edinger

Matéria EPTV.COM

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Fotografias tiradas pelo celular inspiram exposição de Daniella Rosário

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Paineis da fotógrafa conhecida pela abertura de “Os Normais” podem ser conferidos a partir de sexta-feira (30), na Fnac

27/09/2011 - 19:46

EPTV.com - Rodolfo Tiengo

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Uma câmera Canon 7D, com lente grande angular, é o principal equipamento de trabalho de Daniella Rosário, 42 anos. Como um típico aficionado pela profissão, nas horas vagas é pelo iPhone 4 que a fotógrafa ribeirão-pretana registra as inusitadas cenas do seu dia-a-dia. O passatempo virou coisa séria, uma proposta sincronizada com as tendências do mundo tecnológico. O resultado é a exposição “Instagr.am”, que poderá ser vista a partir de sexta-feira (30), na Fnac de Ribeirão Preto.

Imagens de 20 x 20 centímetros, em preto e branco - modalidade favorita de Daniella - e coloridas, se espalham por paineis de metacrilato, na mesma formatação do publicador de fotos da Apple que dá título à mostra. “Por brincadeira comecei a mexer com esse aplicativo do iPhone. Virou um vício sair com o celular fotografando e postando. Começou a ter muita foto legal e resolvi fazer a exposição”, diz a fotógrafa, cuja carreira de 20 anos registra trabalhos de destaque, dentre eles as sequências de imagens exibidas em VTs do programa Os Normais e da novela “Mulheres Apaixonadas”, além de exposições premiadas como “Luz da Infância” e “Boia-fria”.

A adequação artística dos cliques via telefone celular, segundo ela, não é de todo inédita e já resultou em uma pequena exposição individual em uma loja de São Paulo. Uma mostra dessa tendência tecnológica se evidencia através de nomes de peso da fotografia, que começam a organizar trabalhos do gênero. Clício Barroso, Rick Arruda, Pepe Mélega e Kazuo Okubo são alguns dos adeptos do Instragr.am. “Esses caras são superfotógrafos e, independentemente disso, adoram o aplicativo”, defende.

Toda configuração do espaço, assim como o convite, traz um tom cyber que contrasta com o conteúdo de grande parte das cenas seqüenciadas e têm como motivo a própria plataforma do Instagr.am. “No programa, conforme você vai postando, as fotos vão ficando uma ao lado da outra. Quis utilizar a mesma linguagem.”

Muitos colegas de profissão, segundo Daniella, discordam do apelo à tecnologia, mas ela se diz satisfeita com os resultados de sua utilização profissional. “Há uma grande discussão sobre isso. Muitos fotógrafos não gostam e outros que fazem fotos maravilhosas. Para mim é super útil. É, acima de tudo, uma mídia para divulgar meu trabalho. Hoje tenho mais de 50 mil seguidores, incluindo de outros países”, diz e acrescenta que, apesar do recorrente uso do iPhone como intermediário de seus registros imagéticos, também posta, através do telefone, as fotos tiradas de modo convencional.

Remanescente do tempo do negativo, em que o resultado final só era visto após a revelação em laboratório, a ribeirão-pretana acha positiva a introdução das câmeras digitais, tal como de outros meios para fotografar como os celulares, no mercado. Diante da infinidade de recursos, ainda sobressai, no entanto, quem tem um olhar apurado sobre o mundo que o cerca. “Não acho que houve uma vulgarização. A fotografia se popularizou, é pra todo mundo mesmo. Mas sempre vai haver bons e medíocres fotógrafos”, comenta Daniella.

Cenas rurais
Dentre as cerca de 200 fotos selecionadas pelo amigo Clício Barroso que poderão ser vistas na Fnac, ressoam olhares da Fazenda Nossa Senhora da Conceição, a 15 minutos de Ribeirão, propriedade que marca a história pessoal de Daniella. “Era do meu bisavó, que passou pro meu avó, para meu pai e hoje, para mim e meus irmãos.”

Para pessoa avessa ao agito e ao perigo das grandes cidades, o recanto tem área de sobra para a criatividade de Daniella Rosário, que lá nasceu e viveu até os 10 anos. Foi da ambiência rural que alguns de seus trabalhos convencionais ganharam forma antes de serem divulgados em Ribeirão, em São Paulo e no exterior.

“É onde fico mais tranquila para fotografar. Tenho receio de fotografar no meio da rua, por medo de assalto e porque nem todo mundo gosta. Você não tem tanta liberdade”, argumenta, citando que suas únicas experiências urbanas se deram em Nova York e Paris, as quais também repercutiram em exposições especiais.

Fine art
Por muitos anos, Daniella trabalhou para casamentos, mas se decepcionou com a saturação e desvalorização que os profissionais desse meio enfrentam. “Muitos clientes querem preço e tem muita gente por aí que pega uma câmera na mão e se diz fotógrafa”, lamenta.

Desde então, voltou às origens, com trabalhos de cunho autoral. “Instagr.am” é protagonista de uma nova fase da fotógrafa, de olho em uma difusão de seus projetos estabelecida pelo conceito fine art, que coloca a fotografia como objetivo de venda e apreciação artística, dentro dos corredores das galerias. “Quero fazer foto pra você colocar na sua parede. Nos EUA é muito comum, aqui está pegando”, diz.

Serviço
Exposição “Instagr.am por Daniella Rosário”
Local
: Fnac (Ribeirão Shopping)
Abertura: sexta-feira (30), às 19h
Entrada: gratuita
Informações: site da Fnac

Fotografia Fine Arts por Daniella Rosário

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Fotografia Fine Arts

 Fine Arts Photography por Daniella Rosário

 

 

 

Fine arts, ou as belas artes, abrangem as formas de arte desenvolvidas principalmente visando a estética/conceito, em vez de sua aplicação prática.

Historicamente as cinco grandes belas artes são a pintura, escultura, arquitetura, música e poesia, com as artes menores incluindo teatro e dança. Hoje, nos  institutos de ensino especializados em arte, ou nos museus, freqüentemente o termo “fine arts” está associado exclusivamente às formas de arte visual. O termo “fine art”  é muitas vezes um mero sinônimo de arte, como p. ex. quando usado em “galeria de fine arts”.

“Fine art photography” refere-se às fotografias que são criadas para expressar a visão criativa do artista. Esta fotografia de arte está em contraste com fotojornalismo e fotografia comercial; Fotojornalismo oferece suporte visual para as histórias, principalmente na mídia impressa; Fotografia Comercial geralmente se destina a ilustrar produtos a serem vendidos.

Fotografia de arte, porém, é criada primeiramente como uma expressão pessoal do artista, mas também tem sido importante na promoção de certas causas ambientais, políticas e artísticas. O trabalho de Ansel Adams em Yosemite e Yellowstone fornece um exemplo claro;  Adams foi um dos mais reconhecidos fotógrafos de arte do século 20, e um promotor ávido do conceito de conservação ambiental e ecologia. Embora seu foco principal tenha sido a fotografia como arte, seu trabalho aumentou a consciência pública da beleza da Serra Nevada e ajudou a construir um apoio político adequado para sua proteção.

Hoje, artistas e fotógrafos imprimem em papéis nobres e especialmente a base de algodão ( ou em metacrilatos) seus trabalhos de fine art.

 

                                                                                       Clício Barroso.

Fine Arts Photography por Daniella Rosário

Expogram

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Expogram, a mostra: por mais poesia nos registros do dia-a-dia

Fotografia Daniella Rosário
Fotografia Daniella Rosário

 

Fotografia Daniella Rosário
Fotografia Daniella Rosário

 

Tag & Juice

Rua Gonçalo Afonso, 99

Vila Madalena, São Paulo

(11) 2362-6888 / 2368-9361

 

 

 

 

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Instagram, Daniella Rosário e o futuro da fotografia

12 04.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 14:35 ]

 

 

O aplicativo, gratuito e fácil de usar, que você instala no iPhone, dispõe de filtros que conseguem transformar imagens aparentemente sem graça em algo, no mínimo, interessante.

E o melhor: permite ter contato com fotos de outras pessoas, do mundo inteiro, que sabem bem a receita do quindim.

Uma delas, que conhecia via Instagram, é a fotógrafa Daniella Rosário, de Ribeirão Preto.

Com mais de 12 mil seguidores, seu portfólio é impressionante e eclético, reunindo imagens de grande beleza.

Por conta de sua experiência profissional e popularidade, o Kangibrina resolveu entrevistá-la para saber sua opinião sobre esse aplicativo que está revolucionando a forma de obter e compartilhar fotos.

Desde quando você usa o Instagram? Na sua avaliação, quais as principais virtudes do aplicativo?
Uso o Instagram desde Dezembro de 2010, quando comprei o iPhone. Acho o Instagram fantástico como meio de comunicação visual, através dele podemos compartilhar fotos com o mundo todo. Tenho site, já fiz varias exposições, matérias em revistas, TV, mas nenhuma mídia até hoje abriu um universo tão grande de interatividade de fotos como o Instagram.

Você acha que o aplicativo pode ser usado profissionalmente por fotógrafos, em trabalhos no cotidiano?
Sim, acredito e isto já vem acontecendo. A App Store tem vários aplicativos e filtros, uns com um resolução melhor, ou seja, cópias em formatos maiores, com o Instagram isto ainda nao acontece, a ampliação maior que se consegue é 20×20cm. Eu faço backup das minhas fotos e vou imprimir meus livros, com fotos em diversos tamanhos, acho charmoso e atraente fotos menores, tipo polaroid e pretendo fazer um trabalho autoral só com o iPhone de moda ou retrato, em Preto e Branco.

Suas fotos são sempre muito comentadas e elogiadas no Instagram, por gente do mundo inteiro. Qual o critério de escolha das fotos? Você tira várias na hora e depois vê a que ficou melhor para publicá-las, ou você prioriza a espontaneidade?
Obrigada, nem todas minhas fotos foram feitas pelo iPhone. Sou fotógrafa há 20 anos e tenho ensaios em Preto e Branco que gosto muito. Como disse, o iPhone abriu portas pra que eu possa mostrar ao mundo minhas fotos, não vejo problema em compartilhar estas fotos, pelo contrário, acho que é um instrumento precioso pra fotógrafos do mundo todo, com o Instagram eu mostro o que tenho de melhor e também aprendo muito. Além dos meus ensaios autorais fotografados com o iPhone, gosto de fotografar na rua, adoro este mix de arte com fotojornalismo, tipo Cartier Bresson, fotos espontâneas, este é o meu forte. O critério de escolha é como eu fazia com os filmes, escolho as fotos que gosto, uso filtros se necessário e priorizo, sim, a espontaneidade. A única coisa que me intimida é fotografar nas ruas daqui, tenho medo de assalto e da reação das pessoas, fiz ensaios em Paris e Nova York e senti uma sensação de liberdade incrível, que aqui não tenho, lá sim consegui fotografar sem preocupação.

Você já recebeu propostas de trabalho por quem viu suas fotos pelo Instagram? Acredita que isso possa se tornar comum?
Não, mas acredito em muitas coisas vindas do Instagram, ele ainda é uma criança, imagine daqui uns anos.

Das pessoas que você segue no Instragram, quais você destaca?
Os fotógrafos favoritos são aqueles que fotografam na rua, fotos de gente, no dia a dia, e principalmente, em Preto e Branco, como o ensaio que fiz em Nova York, sou fã do THOMAS KA, OJI OJI, SION FULLANA, EROS_SANTANA, SHELSERKIN,EARLYADOPTER,XXXYXYZ, JEREMY RUE, TIMCADMAN,TIM_OB, ANTON_IN_NYC, NZPHOTO , RICHNYC….difícil dizer, tem muita gente boa, aqui no Brasil também.

Você tem mais de 12 mil seguidores, um número bem expressivo, principalmente levando-se em conta que é um aplicativo novo. Qual o segredo para ter tantos seguidores?
O Instagram virou meu vício, eu vejo foto o dia inteiro, do mundo inteiro e sigo muita gente, da mesma forma, fotografo bastante, me preocupo com a qualidade das minhas fotos. No Instagram tem de tudo, fotógrafos profissionais, amadores, gente que  nunca fotografou … vejo muita coisa repetida, sem a menor preocupaçao com a luz, enquadramento, etc mas faz parte do universo do Instagram, ali tudo pode, todos têm o direito de fotografar e eu sei que tem público pra fotos artisticas, fine art, de gente que fotografou a vida toda, é pra este publico é que posto minhas fotos. Acho que as pessoas me seguem porque gostam das minhas fotos, não tem outra explicação, acredito eu, e isto me incentiva a fotografar cada vez mais e melhor, por onde olho vejo fotografia, observo a luz, as pessoas, vejo foto em tudo.

7) Quais os seus filtros favoritos?
CAMERA +, INFINICAM, PRO HDR , 100 CAMERAS… tô sempre testando novos filtros. Fiz muitas fotos coloridas em HDR no iPhone mas minha paixão é o clássico Preto e Branco. Tive laboratório Preto e Branco por vários anos… revelava e ampliava minhas fotos feitas em filme e com os aplicativos da pra fazer imagens lindas , com vinhetas, grão, contraste, infinidades de escolhas.

Você acredita que os celulares atuais, que vêm com máquinas fotográficas cada vez melhores, aliadas a aplicativos como o Instagram, vão tornar as máquinas fotográficas comuns obsoletas?
Quando surgiu a máquina digital confesso que fiquei irritada, não gostava do resultado, nao queria parar de fotografar com filmes, hoje não me imagino fotografando sem ser com a digital (ou o iPhone, risos). Eu não sei porque juntaram telefone com fotografia. Vc sabe? Eu quase nao uso meu iPhone para ligações, quase só pra fotografia.

De onde vem sua predileção por rosas, que aparecem nas suas tatoos?
Minhas tatuagens são recentes, fiz uma, gostei tanto, fiz o resto. Eu nao gosto de misturar muitas coisas, assuntos, e rosa sempre gostei, resolvi um tema para meu corpo, rosas! Acho feminino, delicado, romântico….

Você tem amigos fotógrafos que também usam o Instagram? Em geral, qual a opinião deles sobre a ferramenta?
Hum, risos. Os que me apresentaram o Instagram me criticam. Eu não gosto de regras quando o assunto é arte, fotografia… acredito na liberdade de expressão e não me importa se a foto foi feita em uma DSLR ou em um iPhone. Me criticam pelo número de pessoas que sigo, pela quantidade de fotos que posto diariamente e “dos milhares dos seguidores falando, falando e não dizendo nada”. Dá pra entender isto?? Eu amo e leio todos os comentários que postam nas minhas fotos, é isto que me faz motivada a sempre fotografar cada vez mais, tenho nas minhas mãos um instrumento que leva minhas fotos pro mundo inteiro, coisa que jamais conseguiria de outra forma, se minhas fotos fossem ruins, sem graça ou cansativas, as pessoas não me seguiriam e não me elogiariam, então, é o seguinte, vou continuar a fotografar com iPhone, com minha digital, postar quantas fotos quiser e fazer cada vez mais contato com os fotógrafos do mundo todo, é pra isto que existe a tecnologia e  evolução, quem não segue fica pra trás, o que me importa é eu ter liberdade de fazer o que gosto e ser reconhecida por isto. O Instagram foi a melhor coisa que me aconteceu neste ano, tô amando tudo isto!

BOIA FRIA - FRANÇA

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Daniella Rosário, fotógrafa, graduada em Comunicação Social , dedica-se a fotografar o ser humano , apaixonada em observar e registrar o comportamento das pessoas a sua volta, da sua comunidade e vida.

Distantes, envolvidos com a terra, os bóias frias compunham um cenário de movimento , força e exerciam um trabalho sincronizado e cadenciado como numa coreografia de vida.

Daniella colocou as botinas e foi fazer parte do cenário, presenciar de perto o suor, o cansaço e o dessabor da vida de cada um deles. Mas apesar dos pesares, suas lentes não deixaram para tras o fascínio de menina, a vitalidade e a energia dos que fazem o mesmo “ballet” do Brasil há 500 anos.

Bóia- Fria, fotografias feitas o interior do Estado de São Paulo, Brasil, no ano de 2000.

http://www.daniellarosario.com.br/

Luz da Infancia_TV Camara

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TV Câmara - Foto Síntese

Interprograma de 1 minuto. Pequeno documentário com narrativa imagética, sem intervenção textual, que reúne fotografia, trilha sonora e edição de imagens em um vídeo dinâmico e inovador.

 

Luz da Infância

Fazendo Nossa Senhora da Conceição: Terra de amor, vento com sabor, água que purifica a alma. Universo de brincadeiras, luz e cor. Cantiga de crianças abençoadas, libertas em seus sonhos sem dor.Fotos: Daniella Rosário
Animação: Leonardo Veloso
Música: Alberto Valério
Produção: Karina Staveland

Os Normais_abertura_Abril de 2003

0 Comments | This entry was posted on mar 04 2009

OS NORMAIS

Revista Fotografe Melhor_Maio de 2003

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FOTOGRAFE MELHOR_REVISTA

Fotografia Daniella Rosário

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Fotografe Melhor